|
A caixa básica traz os dois baralhos, o dado e o manual, e cabe numa mesa de cozinha de seis lugares. A primeira partida começa depois de dez minutos de explicação.
No Brasil, a Galápagos Jogos lançou Munchkin em português em 2012, com as piadas das cartas traduzidas.
Em 15/10, no Compara Jogos, quatro lojas nacionais com oferta visível vendiam a caixa básica nova de R$ 135 a R$ 149, e o Pix baixava a faixa para R$ 126 a R$ 139.
Com o meio da faixa, R$ 142, a caixa jogada em 20 noites sai a pouco mais de R$ 7 por partida. Numa mesa de cinco amigos, cada pessoa paga menos de R$ 1,50 por noite.
O dinheiro continua depois da caixa. A Steve Jackson Games lança expansões numeradas e versões temáticas desde 2001, e cada expansão acrescenta monstros, classes e mais cartas para discutir.
A turma que joga uma vez por mês tira muito da caixa básica sozinha. Com 168 cartas, as combinações de classe, raça e item mudam a cada partida, e a primeira expansão só faz falta quando o grupo já decorou os monstros.
Antes de pagar
• Se a caixa é o Munchkin básico, e não uma expansão dependente dele
• Se a edição é em português, porque cada carta traz piada e regra no texto
• Se o usado traz os dois baralhos completos e o dado
Outros jogos de cartas para rir em grupo
Exploding Kittens, de Elan Lee, Matthew Inman e Shane Small, de 2015: roleta-russa de gatos em 15 minutos
Bang!, de Emiliano Sciarra, de 2002: duelo de faroeste com papéis secretos
Love Letter, de Seiji Kanai, de 2012: 16 cartas e dedução rápida para até quatro pessoas
Quem gosta da traição de Munchkin e quer papéis escondidos encontra em Bang! o mesmo veneno, com o xerife no posto de autoridade da mesa.
“Levar Munchkin para a sua casa e guardar a última palavra de todas as dúvidas, ou jogar na casa de um amigo e aceitar a decisão dele quando a carta empatar com o manual?”
|