|
A caixa da edição revisada traz 84 cartas de distrito, 27 cartas de personagem (os oito básicos e versões alternativas para trocar na pilha), moedas de papelão, a coroa e cartões de referência.
Os personagens alternativos são a reserva de rejogabilidade. A Bruxa toma o turno de outro personagem, o Coletor de Impostos cobra de quem construiu, o Navegador troca a construção por recursos. Trocar dois ou três personagens muda a leitura da mesa inteira.
Em 11/10, no Compara Jogos, seis lojas nacionais tinham a caixa nova da Galápagos, de R$ 199,90 na Amazon a R$ 260,39 na Space Board Games, à vista. O site mostrava ainda um exemplar usado a R$ 226.
Pelo meio da faixa, R$ 230, a caixa sai por R$ 5,75 por pessoa numa mesa de oito que joga cinco noites. Com quatro jogadores e as mesmas cinco noites, a parte de cada um sobe para R$ 11,50.
A caixa é pequena, cabe numa mochila e não pede mesa grande: cada jogador precisa só do espaço para a própria fila de distritos. Para o grupo que joga em bar ou na casa de quem tem a menor sala, o formato conta tanto quanto o preço.
Antes de pagar
• Se a caixa é a edição revisada, com o nome Citadels e 27 personagens
• Se as 84 cartas de distrito estão completas, no usado, porque faltar distrito roxo muda o fim da partida
• Se o grupo junta cinco ou mais pessoas com frequência, porque é aí que o Assassino acerta
Outros jogos de papel escondido
Coup, de Rikki Tahta, de 2012: cartas viradas, blefe puro, partida de 15 minutos
Puerto Rico, de Andreas Seyfarth, de 2002: escolha de papéis aberta, sem engano, com economia mais funda
Bang!, de Emiliano Sciarra, de 2002: papéis secretos e tiros de faroeste para até sete pessoas
Quem tem Coup e quer mais partida compra Cidadelas pela cidade: o blefe continua, mas agora há algo sendo construído e alguém para derrubar.
“Pagar R$ 199,90 hoje e levar para a mesa de seis amigos de sábado, ou ficar com o Coup que já está na estante e aceitar que o blefe não vai deixar nenhuma cidade para trás.”
|