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Chinatown saiu em 1999 pela Alea e ganhou uma edição de aniversário em 2019 pela Member's Only Games, com arte nova, peças redesenhadas e componentes mais grossos que a tiragem original. Confira a edição em português nas lojas nacionais antes de pensar em importação, porque a disponibilidade oscila e a caixa reaparece em reimpressão.
A faixa que aparece nas lojas nacionais anda entre R$250 e R$400 na caixa lacrada. Feira e promoção de fim de ano derrubam para perto de R$200, e anúncio de marketplace pedindo acima de R$600 costuma ser revenda de estoque parado, sem pressa nenhuma da sua parte.
O idioma pesa pouco durante a partida e um pouco no aprendizado. As peças de negócio são ilustradas e quase não trazem texto, a tabela de pagamento é numérica, e o manual em português economiza a primeira meia hora do grupo novo.
Existem versões diferentes circulando e confundir custa dinheiro. A tiragem antiga da Alea tem caixa menor, peças de papelão fino e dinheiro de papel comum. A edição de 2019 traz material mais firme, organizador interno e arte redesenhada, e é a que a comunidade indica para quem vai jogar muito.
O dinheiro é o componente que mais sofre com o uso. Cédula dobrada atrasa a contagem no fim da rodada, e trocar por notas de plástico resolve por menos de cinquenta reais.
Confira estes pontos antes de fechar qualquer cópia, principalmente usada:
Se todas as peças de negócio estão presentes, porque a distribuição por tipo é calculada e faltar duas já muda o que a mesa consegue completar
Se o baralho de cartas de lote está inteiro, já que a numeração cobre a grade exata do tabuleiro e uma carta perdida deixa uma casa inalcançável
Se os marcadores de jogador estão todos lá, contando por cor, porque a partida usa muitos deles e o vendedor raramente confere
Qual edição aparece na foto do anúncio, que é onde o vendedor desatento mistura a caixa antiga da Alea com a de aniversário
Cópia usada com tabuleiro marcado de vinco tem conserto simples, basta um vidro fino ou um tapete de neoprene por cima. Peça de negócio faltando é problema maior, porque substituir por marcador improvisado tira a leitura visual de quem está perto de completar o quê, e essa leitura é metade do que se negocia.
A manutenção é fácil: saquinhos por tipo de negócio e dinheiro separado por valor cortam a montagem para dois minutos.
Ensinar leva dez minutos honestos. O caminho curto é abrir as cartas da primeira rodada e deixar a mesa negociar sem placar, e começar a valer na segunda.
No custo por partida, uma caixa de R$300 fecha em dez reais por noite depois de trinta partidas, e trinta partidas chegam rápido num título que qualquer grupo de cinco topa jogar sem explicação longa.
“Você vende agora o lote que fecha a floricultura do vizinho por sessenta mil no ato, ou segura o lote mais três rodadas esperando que ele suba para cem mil e arriscando que ele complete o negócio por outro caminho?”
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